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Novembro Azul – Mês de combate ao câncer de próstata

O mês de Novembro chegou e um movimento recente, mas muito importante, ganha destaque: o Novembro Azul.

O movimento surgiu em 2003, na Austrália, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado em 17 de novembro. Aqui no Brasil, o Novembro Azul foi criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, com o objetivo de eliminar o preconceito masculino de ir ao médico fazer o exame de toque.

O câncer de próstata é um dos cânceres mais frequentes no sexo masculino, ficando atrás apenas do câncer de pele.

Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. Em 2014, cerca de 69 mil novos casos foram diagnosticados, ou seja, a descoberta de um caso a cada 7,6 minutos.

Na fase inicial da doença, quando as chances de cura são maiores, não há qualquer sintoma. Quando diagnosticada precocemente, as chances de cura da doença são de, aproximadamente, 90%.

Depois do aparecimento dos sintomas, mais de 95% dos casos de câncer de próstata já se encontram em fase avançada.

Como detectar o câncer de próstata?

Através de exames periódicos de toque e dosagens de PSA.

A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos procurem seu urologista para a realização da avaliação. Aqueles com maior risco da doença (histórico familiar e raça negra) devem procurar o urologista a partir dos 45 anos.

A prática regular dos exames está relacionada à diminuição de cerca de 21% na mortalidade pela doença.

Fique atento e cuide-se, e para você não esquecer, vamos dar uma mãozinha, durante todo o mês de Novembro nossa página ficará azul para lembrar nossos visitantes de fazer o exame!

Áreas de Tentação – Como Obter a Vitória

Vamos ver as áreas nas quais Jesus foi tentado, assim como no seu método para obter a vitória.  Eles são completamente aplicáveis a nós.

PRESERVAÇÃO – Lc 4.3

Temos um desejo interior de nos darmos bem na vida, de sobrevivermos. Temos necessidades. O Diabo pede a Jesus (tenta-o) que use seu poder divino, transforme as pedras em pães. Cristo está com fome e ele tem o poder de mudar as coisas. Mas ele assumira um compromisso que impedia a autossuficiência e o processo independente de tomada de decisão.  Ele tinha uma parceria com Deus Pai.  Ele concordara em seguir a liderança do Pai. Ele não tinha permissão do Pai, além de que a tentação também era uma sutil insinuação de que seu Pai não estava tomando conta dele direito e estava indiferente nessa situação em particular.  Jesus se recusaria a aceitar isso.

Ele concordara em vir à terra para representar os interesses do Pai e estar em completa submissão à sua autoridade, ao seu plano e à sua agenda.  Jo 5.30 – Jo 6.38

Cristo seria o redentor de toda a humanidade. Aqui ele validaria seu direito a ser o Senhor da criação e o Rei entronizado – mas faria isso da maneira do Pai e somente conforme o poder do Espírito Santo o capacitasse.O teste não girava em torno de uma simples refeição, mas sobre quem estava no controle de sua vida. “O que o Pai celestial quer da minha vida neste momento?

Ele é capaz de me sustentar de maneira plena, especialmente quando as coisas parecem tão desanimadoras?” Esse é o teste da preservação. Todos nós vamos enfrentar a mesma decisão. Temos uma ALIANÇA com Deus para seguir sua liderança. Ele prometeu cuidar de nós  e devemos confiar que Deus vai nos sustentar.  Mt 6.33

POSSES – Lc 4.6-8

O Diabo pediu a Jesus que, em vez de adorar a Deus, adorasse a ele.  O Diabo ofereceu um substituto para o plano do Pai, ou seja, de Jesus herdar o Reino.  Em vez de seguir pela avenida de um redentor sofredor, Satanás ofereceu a Jesus uma alternativa mais fácil e conveniente: simplesmente adorá-lo em rebeldia a Deus.  Jesus poderia conseguir o seu Reino sem qualquer dificuldade; ele só tinha que negar sua própria identidade e desviar o alvo de sua lealdade, não servindo mais ao Deus Criador e sim ao Diabo criado e corrompido.

Quem entre nós não fez uma coisa errada para obter alguma vantagem temporária, alguma posse material ou uma posição? Para alguns, é roubar; para outros, é mentir.

Alguns trabalham demais, ignorando esposa e filhos, para ganhar aquele pequeno extra com o objetivo de comprar algum  produto.

ADORAR – É atribuir nossa mais elevada admiração, respeito e lealdade a uma coisa e subjugar todos os sentimentos, ações e pensamentos à sua perspectiva, então negar essa perspectiva é redirecionar alguma medida de adoração. Quando desobedecemos a Palavra para obtermos coisas deixamos de adorar a Deus e adoramos outra coisa. Precisamos conhecer a Palavra de Deus e aplicá-la à nossa vida de maneira consistente.

PRESUNÇÃO – Lc 4.9-11

O Diabo desafia Jesus a fazer uma coisa arriscada: pular do alto do templo para provar que a Palavra de Deus funciona. O Diabo aplicou a Escritura de maneira errada, mas Jesus notou o erro. Deus diz que vai nos proteger, mas não diz que vai limitar as consequências de nossas ações quando elas violam uma verdade revelada. Satanás omite “…em todos os teus caminhos.” – Sl 91.11

Pulamos de prédios – sem paraquedas – quando entramos em compromissos financeiros dos quais realmente não podemos dar conta. Às vezes o risco está nos relacionamentos que mantemos, crendo que podemos nos apegar a pessoas erradas e ir aos lugares errados e isso, por fim, não vai nos afetar.

Deus nos deu sua Palavra e também dará avisos por meio de seu Espírito durante todo o processo de tomada de decisão, bem como uma rota segura de escape. Is 30.21. Ele, porém, não nos resgata de decisões erradas ou de suas consequências até que tenhamos aprendido bem nossa lição: viver apenas de acordo com sua Palavra. Mt 4.4

Jesus passou por todas as provas e, agora, seu direito moral de nos conduzir foi validado e fortalecido.

Somos assolados por várias tentações todos os dias. Alguns dias são piores que outros, mas toda tentação à qual cedemos nos enfraquece um pouco mais, enquanto que toda tentação que vencemos nos fortalece.

Queremos ser lembrados por vencer a tentação e viver acima da mediocridade moral da nossa geração.

Temos que ser vigilantes para superar as seduções de nosso mundo permissivo e os desejos inerentes à nossa natureza pecaminosa.

Devemos aprender a reconhecer a realidade e as estratégias do Diabo e a sermos cuidadosos com nossos apetites, especialmente nos momentos de escassez.

Precisamos ser estudiosos da Palavra, de modo que possamos tanto conhecer quanto usar a verdade de Deus para nos guiar por meio do deserto das influências que competem em nossa vida.

Então, Deus será a verdadeira fonte de nossa segurança à medida que lutamos com as questões da preservação, das posses e da presunção.

Cristão Bíblico ou Cristão Cultural?

Surgiu toda uma geração de cristãos que acreditam ser possível “aceitar” a Cristo sem renunciar o mundo. A. W. Tozer
Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Tiago 1:23-24

Nosso padrão de vida material está alto, mas será que realmente melhoramos de situação? Muitos homens percebem que algo não vai bem em suas vidas, mas não conseguem determinar com clareza o problema. Permanece a sensação estranha de que talvez estejam na corrida errada. Sabem que são financeiramente mais bem-sucedidos que seus pais, mas desconfiam de que podem não estar melhor de vida, O que está realmente acontecendo?

Aproximadamente quarenta anos de consumismo e influência da mídia causaram uma mudança básica nos valores. De maneira geral, vivemos numa cultura dominada pelo conceito de vida secular.
Dois Valores Empobrecidos

O Dr. Francis Schaeffer, em seu livro How Should We Then Live? (Como Devemos Então Viver?), publicado em 1976, observou como as mudanças na arte, na música, no drama, na teologia e na mídia popular afetaram negativarnente os nossos valores.

O Dr. Schaeffer salientou que a maioria das pessoas adotou dois valores empobrecidos; paz pessoal e riqueza. Sua análise perspicaz foi adotada imediatamente como um conceito de consenso porque soava, e soa como verdade. Eis aqui as duas definições práticas que ele dá desses dois valores:

Paz pessoal significa apenas ser deixado em paz, não ficar preocupado com as preocupações das outras pessoas, quer elas estejam do outro lado do mundo, ou do outro lado da cidade — viver a própria vida com possibilidades mínimas de ser incomodado pessoalmente.

Paz pessoal significa querer ter um padrão pessoal de vida sem perturbação durante o tempo em que eu viver, independente dc qual venha à ser o resultado no decorrer das vidas dos meus filhos e netos.

Riqueza significa uma prosperidade esmagadora e cada vez maior — uma vida composta dc coisas, coisas e mais coisas — um sucesso julgado por um nível cada vez mais elevado de abundância material.

Podemos perceber a veracidade das observações do Dr. Schaeffer. Elas nos fornecem uma estrutura que ajuda a explicar muito do que vemos acontecendo no mundo que nos cerca.

Somos atraídos a esses dois valores ao adotarmos o estilo de vida criado pelo mundo, pela mídia.
Um Terceiro Valor Empobrecido

Nas últimos anos tornou-se aceitável  ser conhecido como cristão — ser nascido de novo.

Mas à  medida que se tornou aprovado — até mesmo popular — ser cristão, o preço de se identificar como cristão caiu. Em outras palavras, o risco de ostracismo e o medo de ser taxado de fanático diminuiu, por isso as pessoas podiam identificar-se como “cristãs” com um nível relativamente baixo de risco pessoal. Daí mais e mais pessoas aderirem porque o preço estava mais baixo. Poderíamos dizer que a procura era elástica, baseada no preço.

Mais de 50% das pessoas  acreditam que a religião pode resolver todos ou quase todos os problemas de hoje — muito animador. Muitos  registraram-se como membros de igreja. Hoje no Brasil somos aproximadamente 40 milhões de cristãos.

Aqui está a questão: Se somos quase 40 milhões de cristãos, por que isso não causou maior impacto em nossa sociedade?

A triste realidade é que as alegações de compromisso religioso são numerosas, mas o impacto está menor do que nunca. No exato momento em que os cristãos saíram “às claras”, nossa cultura afundou num esgoto moral.
Como explicar esse fenômeno?

O infeliz resultado dessa popularidade do cristianismo é que um terceiro valor empobrecido evoluiu: o cristianismo cultural. Podemos defini-lo da seguinte forma:

Cristianismo cultural significa buscar o Deus que queremos em vez do Deus que Ele é.

É a tendência à superficialidade em nossa compreensão de Deus, desejando que ele seja mais do tipo vovô bonzinho que nos mima e nos deixa fazer o que queremos.

É sentir uma necessidade de Deus, mas dentro das condições por nós estabelecidas.

É desejar o Deus que sublinhamos em nossas Bíblias sem querer também o restante dele.

É o Deus relativo em vez do Deus absoluto.

Cristianismo cultural é cristianismo tornado impotente.

É cristianismo com pouco ou nenhum impacto sobre os valores e crenças de nossa sociedade. Quando o conceito de vida secular é incorporado ao conceito de vida cristão, nenhum dos dois sobrevive

O cristianismo cultural requer que Deus nos conceda paz pessoal e riqueza para provar que ele nos ama.

É o Deus amor, mas não o Deus santo. Na realidade, Deus nos ama tanto que limpará o cristianismo cultural de nossas vidas, assim como o ourives purifica a prata queimando a impureza.

Como os brinquedos mutáveis com que as crianças brincam, freqüentemente queremos que Deus seja ajustável — que se adapte aos nossos caprichos em vez de nós nos adaptarmos a Ele.

Olhe por um momento o seu estilo de vida.

Até que ponto você acha que esses três valores — paz pessoal, riqueza e cristianismo cultural — descrevem sua própria vida?

Qual tem sido o resultado desse cristianismo cultural, adaptável, em sua vida?

Aberta as inscrições para o curso Homem ao Máximo

É com alegria que informamos que a partir de setembro/2014 a Igreja Cristã Gileade de Juazeiro do Norte inicia a primeira turma do curso voltado para homens, HOMEM AO MÁXIMO.

O curso acontecerá aos sábados a cada 15 dias, as inscrições podem ser feitas com Dc. Luiz.

Homem ao Máximo é um curso que revela o plano de Deus em relação à identidade e às responsabilidades do homem.